O Spotting a Ocidente tem como objectivo a publicação de vídeos e fotos de aeronaves que passem pela Ilha das Flores, bem como aqueles que sejam apanhados nas objectivas da minha máquina.
domingo, 20 de janeiro de 2019
sábado, 15 de dezembro de 2018
Fomos Voar - 15/09/2018
Despertamos calmamente
pelas 08:30, numa profunda ansiedade em relação ao dia e ao que nos
esperava.
Às 09:15 entramos numa acolhedora
pastelaria lisboeta, e deliciamo-nos com a famosa bica e o ainda mais pastel de
nata.
Entretanto, lá fomos
nós de encontro ao nosso Piloto, o Comandante Nuno Costa, que pelas 10:30 nos brindou
com um caloroso sorriso, como que a nos tranquilizar para o momento que se
aproximava.
Pelo caminho, e dado a
fome avassaladora que nos perseguia, fomos “obrigados” a parar no MacDonald’s
para digerir um pequeno-almoço reforçado.
Cerca das 12:15, depois
de uma breve e agradável paragem em Carcavelos, com direito a um relaxante
passeio junto ao mar, chegamos ao Aeródromo Municipal de Cascais, onde pelas 12:25
iniciámos os procedimentos para acesso à Zona Ar do Aeródromo.
Almoçamos no
Restaurante do Aeródromo, e pelas 13:45, enquanto tomávamos a bica da praxe, fizemos
um pequeno briefing sobre a rota, sobre o alternante e outros aspectos importantes
do nosso voo.
Às 14:00 e com os
nervos à flor da pele, entramos na Zona Ar do Aeródromo de Cascais, no qual se
encontrava estacionado o pequeno Cessna 152 com a matrícula G-CIJS.
De seguida, e seguindo
o manual de procedimentos, o Comandante Nuno procedeu à verificação da documentação necessária
para que o voo fosse autorizado e procedeu ao Pre-flight check.
Entramos no pequeno 152
e uma agradável sensação de missão quase cumprida, percorreu-nos o corpo, de
tal forma que o tempo pareceu querer parar, o que infelizmente não aconteceu.
Cumpridas as formalidades
necessárias, e ao som de Clear Prop, cerca
das 14:55 o engasgado motor do Charlie India Juliet Sierra ganhou vida, e as
rotações estabilizaram como que a adivinhar que todas seriam necessárias para a
nossa descolagem, o que veio a acontecer minutos depois de alinharmos na Pista
17.
Take
off trust set, airspeed
alive, e lá fomos nós de encontro aos 55 nós necessários para que Homem
e Máquina se confinassem num só sonho há muito procurado. Voar.
A rotação foi feita de forma suave levando o nariz do pequeno 152 a elevar-se nos céus em direcção ao
Cabo da Roca, onde nos esperava uma densa camada de nuvens que nos obrigou uma
pequena alteração de planos.
Afinal, voar não é
assim tão simples, excepto para aqueles seres vivos que nasceram com esse dom e
preparados para encarar o Mundo dum plano superior.
O regresso antecipado deu-se
pelas 14:25, quando o trem de aterragem do Cessna rosnou ao tocar no solo, rolando
tranquilamente para o local onde havíamos saído.
E prontos. Passou tudo
tão rápido que mal tivemos tempo de desfrutar todos os momentos.
Mas o ciclo da vida é
mesmo assim, composto por momentos contínuos e impossíveis de repetir da mesma
forma e feitio.
O nosso especial
agradecimento ao Comandante Nuno Costa, por nos ter dado a oportunidade e a
honra de nos levar a voar através das suas mãos.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
sábado, 1 de dezembro de 2018
1º de Dezembro turbulento
O 1º de Dezembro foi pródigo no que diz respeito às aterragens em LPFL, e o Spotting a Ocidente esteve lá para as registar.
Com ventos de rajada na ordem dos 30 nós, cerca de 55 km/h, os pilotos da SATA provaram de que fibra são feitos.
As duas aterragens do Q200 e uma do Q400, demonstram bem o quão difícil é voar nestas ilhas de bruma.
domingo, 18 de novembro de 2018
2018 VINCI Airports Spotters Day - LPFL
Um agradecimento especial à VINCI Airports pela organização do evento, ao Marco Henriques pela forma calorosa e profissional com que nos acolheu e à simpática tripulação do CS-TRG na pessoa do Comandante Rego, por terem proporcionado uma manhã diferente ao Spotting a Ocidente.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
CS-TRB - Incidente na ilha do Corvo
Segundo o site "The Aviation Herald", o Dash 8 Q200, CS-TRB da SATA, sofreu no dia 11/04/2018 um incidente ao aterrar no Aeródromo do Corvo (LPCR).
Tendo em conta a publicação daquele site, a aeronave aterrou com demasiada força, efectuando uma "hard landing" e subsequente "bouncing", que provocaram danos no trem de aterragem esquerdo e derrame de liquido hidráulico.
Como resultado, a aeronave necessitou de efectuarhttp://avherald.com/h?article=4b738690&opt=0 o voo entre a ilha do Corvo e ilha das Flores sem passageiros e com o trem de aterragem aberto, aguardando a chegada de uma equipa de técnicos que viajaram noutra aeronave da companhia, tendo sido sujeita às reparações necessárias no Aeroporto das Flores (LPFL) para regressar ao Aeroporto de Ponta Delgada (LPPD).
O CS-TRB descolou do Aeroporto das Flores cerca das 10H do dia 12/04/2018.
Link da notícia :http://avherald.com/h?article=4b738690&opt=0
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
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