segunda-feira, 29 de julho de 2019

Movimentos FAP 2019

    Entre janeiro e julho de 2019, tivemos o prazer de fotografar a ocidente, alguns modelos de aeronaves da Força Aérea Portuguesa.
     Desde o Falcon 50 que veio em missão de treino, também o  EADS CASA C295 e EH-101 Merlin fizeram umas quantas pernas em evacuações sanitárias. 
      Até o "velhinho" C130, nos brindou com algumas passagens.








sábado, 20 de julho de 2019

Era uma vez.




Quis o destino, ou o planeamento, não sabemos bem, mas fica a dúvida no ar que certamente nos conforta como se algo de transcendente se tratasse,  que  no final de tarde do dia 17 de Julho de 2019, o Airbus A320-214 CS-TNK “Teófilo Braga”, voo TP1863, com origem em Lisboa, pilotado por, também ele um açoriano de gema e alma, pelo Oficial Piloto Nuno Filipe Nunes Costa, tocasse o solo da pista 30 do Aeroporto de Ponta Delgada, mais conhecido por LPPD.
Uma história engraçada e carregada de um belo simbolismo, não fosse este o primeiro voo aos Açores do Nuno Costa, enquanto Piloto da companhia portuguesa TAP.
Embora não tenha sido uma operação efectuada a Ocidente, o momento foi demasiado importante para deixar de ser partilhado com todos aqueles que seguem o Spotting a Ocidente.
Um agradecimento muito especial aos colegas Spotters de LPPD, principalmente ao António Sousa e ao César Silva que desde os primeiros contactos, logo disponibilizaram a sua ajuda e tempo para registar o importante momento e gentilmente cederam as fotografias apresentadas.
Quanto ao Piloto Nuno Costa, apenas lhe posso desejar uma carreira plena de sucesso, com boas descolagens e melhores aterragens, e não deixe de ter presente que haverão dias menos bons, ou mais feios mas, mesmo assim, esses poderão ser superados recorrendo a Teófilo Braga, o qual defendia que “O bonito e o feio são as duas relações que nos levam à compreensão da ideia do belo. O bonito desperta-nos esse sentimento espontâneo por inspiração intuitiva, o feio leva ao mesmo resultado pela reflexão.”.
Um abraço. 















domingo, 12 de maio de 2019

Emergências médicas em voos comerciais

    As emergências médicas em voos comerciais, são um tema bastante actual e pertinente.
   Numa das nossas últimas viagens, no voo entre Frankfurt e Lisboa, presenciamos uma situção de uma senhora que havia sido operada há cerca de 2 semanas e que a determinidada altura, dada a sua frágil condição, teve a necessidade de receber assistência médica a bordo.
   Apresentamos aqui a crónica da Drª Carina, publicada no JM Madeira, que tem uma abordagem bastante interessante e esclarecedora sobre o tema.

domingo, 31 de março de 2019

Vistas aéreas por São Miguel - 28/03/2019

Não é todos os dias que temos o prazer de sobrevoar tanta beleza junta.
Obrigado ao Cmdt Pavão pelas vistas.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Fomos Voar - 15/09/2018


            Lisboa 15 de Setembro de 2018
Despertamos calmamente pelas 08:30, numa profunda ansiedade em relação ao dia e ao que nos esperava.
Às 09:15 entramos numa acolhedora pastelaria lisboeta, e deliciamo-nos com a famosa bica e o ainda mais pastel de nata.
Entretanto, lá fomos nós de encontro ao nosso Piloto, o Comandante Nuno Costa, que pelas 10:30 nos brindou com um caloroso sorriso, como que a nos tranquilizar para o momento que se aproximava.
Pelo caminho, e dado a fome avassaladora que nos perseguia, fomos “obrigados” a parar no MacDonald’s para digerir um pequeno-almoço reforçado.
Cerca das 12:15, depois de uma breve e agradável paragem em Carcavelos, com direito a um relaxante passeio junto ao mar, chegamos ao Aeródromo Municipal de Cascais, onde pelas 12:25 iniciámos os procedimentos para acesso à Zona Ar do Aeródromo.
Almoçamos no Restaurante do Aeródromo, e pelas 13:45, enquanto tomávamos a bica da praxe, fizemos um pequeno briefing sobre a rota, sobre o alternante e outros aspectos importantes do nosso voo.
Às 14:00 e com os nervos à flor da pele, entramos na Zona Ar do Aeródromo de Cascais, no qual se encontrava estacionado o pequeno Cessna 152 com a matrícula G-CIJS.
De seguida, e seguindo o manual de procedimentos, o Comandante Nuno procedeu à verificação da documentação necessária para que o voo fosse autorizado e procedeu ao Pre-flight check.
Entramos no pequeno 152 e uma agradável sensação de missão quase cumprida, percorreu-nos o corpo, de tal forma que o tempo pareceu querer parar, o que infelizmente não aconteceu.
Cumpridas as formalidades necessárias, e ao som de Clear Prop, cerca das 14:55 o engasgado motor do Charlie India Juliet Sierra ganhou vida, e as rotações estabilizaram como que a adivinhar que todas seriam necessárias para a nossa descolagem, o que veio a acontecer minutos depois de alinharmos na Pista 17.
Take off trust set, airspeed alive, e lá fomos nós de encontro aos 55 nós necessários para que Homem e Máquina se confinassem num só sonho há muito procurado. Voar.
A rotação foi feita de forma suave levando o nariz do pequeno 152 a elevar-se nos céus em direcção ao Cabo da Roca, onde nos esperava uma densa camada de nuvens que nos obrigou uma pequena alteração de planos.
Afinal, voar não é assim tão simples, excepto para aqueles seres vivos que nasceram com esse dom e preparados para encarar o Mundo dum plano superior.
O regresso antecipado deu-se pelas 14:25, quando o trem de aterragem do Cessna rosnou ao tocar no solo, rolando tranquilamente para o local onde havíamos saído.
E prontos. Passou tudo tão rápido que mal tivemos tempo de desfrutar todos os momentos.
Mas o ciclo da vida é mesmo assim, composto por momentos contínuos e impossíveis de repetir da mesma forma e feitio.
O nosso especial agradecimento ao Comandante Nuno Costa, por nos ter dado a oportunidade e a honra de nos levar a voar através das suas mãos.